Michelangelo
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Pincéis |
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Chato |
Redondo |
| A
- Chato Longo (Stroke)
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J
- Redondo
Curto (Spotter)
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| B
- Plano (Flat)
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K
-
Redondo (Round) |
| C
- Quadrado (Bright) |
L
- Redondo
Longo (Liner)
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| D
-
Chato Curto (Short Bright) |
M
- Ponta Chata
(Showcard)
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| E
- Língua de
gato (Filbert) |
N
- Chanfrado (Striper) |
| F
- Chanfrado
(Angular) |
O
- Pituá (Mop) |
| G
- Leque (Fan)
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P
- Broxa /
Batedor (Stencil)
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| H
- Trincha (Paint
Brush) |
Q
- Garfo (Pipe) |
| I
- Trincha
Longa (Spalter)
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| R
- Pelenesa (Gilder’s Tip) |
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KOLINSKY
(Kolinsky Sable)
São
pelos de Marta Kolinsky, pequenos animais silvestres
encontrados em países de clima frio como a Sibéria e
o Norte da Manchúria. Os pelos são retirados de suas
caudas e possuem pontas longas, finíssimas, além de
grande suavidade e resistência. O preço destes
pelos, por grama, costumam ser mais altos que os preços
do ouro, e variam de acordo com seu comprimento. Os
pelos “curtos” tem aproximadamente 25mm, e os
pelos “longos” 50mm (que chegam a custar até 6
vezes mais!). São considerados os pêlos mais raros e
valiosos do mundo! Portanto os melhores…
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MARTA
VERMELHA (Red Sable)
São
também pequenos animais encontrados em regiões de
clima temperado. A mais comum e utilizada é a Marta
Vermelha, mas há variações de Marta, a Doninha (Weasel),
a Coreana (Korean) e a Chinesa (Chinese).
De suas caudas são extraídos pêlos suaves de
cor avermelhada com pontas muito finas e de grande
elasticidade (porém são pelos mais curtos que os
Kolinsky). São também pêlos valiosos.
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MARTA
RUSSA (Fitch)
Outra
variação de Marta, a Iltis. Este nome descreve
qualidades de pelos de Marta Russa, com uma capacidade
de absorção de tinta muito boa, permitindo agrupar
os pelos com excelente alinhamento. Normalmente usados
na fabricação de pincéis artísticos e para decoração.
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IMITAÇÃO
DE MARTA (Sabeline)
São
pêlos de orelha de boi, selecionados e tratados,
tingidos na cor dos pelos de marta. São finos e
resistentes.
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TEXUGO
(Badger)
Pelo
bicolor (preto e cinza ou preto e bege) com formato cônico,
sendo fino na base próximo a virola e mais bojudo nas
pontas. O pelo de Texugo é mais usado em pincéis
tipo “leque” ou pincéis “suavizadores” para
pinturas especiais.
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MANGUSTO
(Mongoose)
Os
pêlos de Mangusto, um mamífero natural da Índia,
oferecem as condições fundamentais para a
confecção de pincéis artísticos com boa
elasticidade e grande capacidade de retenção da
tinta.
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QUATI
(Raccoon)
(sem
detalhes)
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ESQUILO
(Squirrel ou Petit-Gris)
São
pêlos extraídos das caudas de esquilo. A cor, o nome
e a qualidade dos pelos variam de acordo com o tipo de
esquilo e quão fria é a região em que vive: Kazan
(ou Marrom), Saccamina (ou Azul), Canadian (ou
Dourado), Talahutky e o Cinza. Pêlos extra-suaves com
pontas muito finas. Ideais para Aquarela.
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ORELHA
DE BOI (Ox-ear)
Pêlos
provenientes de diversas raças de boi. Finos e
resistentes.
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CAMELO
(Camel)
É
a denominação tradicional, utilizada pela indústria
de pincéis no mundo todo, para identificar os pelos
suaves de Camelo (Camel).
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PÔNEI
(Pony)
Similar
ao pelo de Camelo. São geralmente usados na fabricação
de pincéis “escolares”.
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CABRA
(Goat)
Os
pelos de Cabra (pretos e brancos) são muito usados na
fabricação de pincéis mais baratos e pincéis para
maquiagem.
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CERDA
DE PORCO (Hog Bristle)
As
cerdas retiradas de porco são fortes, duráveis e
flexíveis. Indicadas para tintas espessas como óleo
e acrílica. Somente as cerdas de porco têm a terminação
de cada fio subdividida em duas ou três pontas,
característica que facilita a retenção de tinta no
pincel.
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CERDA
CHINESA (Chinese White Bristle)
Idem
às cerdas de porco acima, porém de animais
provenientes da China, onde as condições do clima e
a idade do abate dos animais fazem com que seus pelos
sejam mais longos, sedosos e de melhor qualidade que
os de porco tradicional. Normalmente são fervidas por
duas horas e recebem um tratamento especial de
branqueamento.
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FILAMENTOS
SINTÉTICO (Synthetic Filaments)
Geralmente
são pelos fabricados a partir fibras sintéticas como
o Nylon, a Poliamida e o Poliéster com filamentos finíssimos
(0,10mm a 0,07mm). Eles existem em diversas cores e
tonalidades (branco, marrom escuro, marrom claro,
dourado, laranja e preto) Possuem características próprias
podendo ser finos ou grossos, completamente lisos ou
um tanto ásperos. Com pontas cônicas, elásticas e
com maior resistência que os pelos de animais.
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CRINA
DE CAVALO (Horse)
Não
são usados para fabricação de pincéis artísticos
por serem muito rústicos. São usados para confecção
de escovas.
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Virolas
A
Virola é o elemento de ligação entre o pêlo e o cabo do
pincel. Em geral são feitas de alumínio polido, latão
cromado, niquelado ou cobreado.
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Cabo
Dependendo
da técnica a que se destina o pincel, o comprimento do cabo
varia, sendo curto ou longo. O equilíbrio e a estabilidade de
cada pincel é de vital importância assim como a distancia
entre o artista e a obra. Por essas razões possuem cabos
curtos para aquarela, guache e nanquim e cabos longos para
pintura em tela, a óleo ou acrílica.
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Montagem
O processo de fabricação
de um pincel é todo feito manualmente, desde a seleção
dos pelos até a montagem final. |

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Cuidados
& Manutenção
Sempre
lave o pincel imediatamente após o uso.
Mergulhe
o pincel na água ou solvente próprio por um tempo
suficiente a fim de retirar todos os resíduos de tinta.
Nunca
deixe a tinta secar no pincel.
Não
deixe acumular tinta próxima a virola. O acumulo de
tinta neste ponto fará com que seu pincel se deforme,
perdendo sua forma original.
Pincéis
artísticos devem ser guardados ou acondicionados na
posição vertical, de preferência dentro de um pote
com os pelos voltados para cima. Os pincéis se deformarão
caso fiquem apoiados sobre seus pelos.
Para
guardar seus pincéis por um longo período, antes,
lave-os, enxágüe-os e depois os mergulhe numa solução
de água com 5% de goma arábica. Retire o excesso da
solução e modele os pelos com os dedos para que tomem
sua forma original. Após secarem guarde-os na posição
horizontal, lembrando sempre de protege-los bem numa
caixa fechada, evitando assim insetos e traças. Quando
for reutiliza-los, esfregue gentilmente os pelos com os
dedos para soltar a goma.
Seus
pincéis não devem ser transportados soltos dentro de
um estojo, pois eles irão bater com as pontas dos pelos
dentro da caixa. Use uma esteira de bambu ou mesmo uma
cartolina rígida para enrolar seus pincéis
prendendo-os com um elástico, evitando assim que eles
se estraguem.
Deve-se
evitar o uso de pincéis de pelo natural com as tintas
acrílicas, pois elas tendem a desgastar mais
rapidamente os pelos deteriorando a forma original do
pincel. Prefira os pincéis de fios sintéticos que além
de serem mais resistentes oferecem maior fluidez para as
tintas acrílicas. Um cuidado especial deve ser tomado:
Jamais deixe secar a tinta acrílica no pincel. (Caso
isto aconteça dificilmente o pincel poderá ser
recuperado)
O
uso do mesmo pincel com diversas tintas deve ser
evitado. Pincéis usados com tintas à base de água
(aquarela, guache, nanquim e acrílica) jamais devem ser
usados com tintas a base de óleo e vice-versa.
O
uso excessivo de solventes fortes e removedores de tinta
arruínam os pincéis. Lave os pincéis logo após o
uso, para não ter que usar posteriormente os
removedores de tinta.
Lavagem
dos pincéis de acordo com a tinta utilizada:
Tintas
a base de água – Use água fria e sabão
neutro. Enxágüe bem.
Tintas
a base de óleo – Use terebentina ou aguarrás,
em seguida lave com água morna e sabão neutro. Enxágüe
bem.
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Nova
Irco Distribuidora de Materiais Artísticos e Técnicos Ltda.
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